QUESTIONÁRIO DE BUSCA NA INTERNET:
1 - Poderemos encontrar dados relativos à exclusão digital no Brasil no site http://www.facom.ufba.br/ciberpesquisa/404nOtF0und
Os valores mais recentes mostram que no Brasil apenas 17 milhões de pessoas mantêm contatos com computadores, ou seja, apenas 10% da população.
2 – Cabem no Avião 800 passageiros.
3 – A data mais importante é a Independência da Bahia, comemorada no dia 02 de julho.
4 – Serão:
· China – 1.275.000.000
· Índia – 1.080.000.000
· EUA – 283.000.000
· Indonésia – 212.000.000
· Brasil – 169.000.000
· Rússia – 145.000.000
· Paquistão – 141.000.000
· Bangladesh – 137.000.000
· Japão – 127.000.000
· Nigéria – 114.000.000
5 – “Betaubungsmittel” significa Narcotráfico.
6 - Sérgio Ripardo
7 – Latitude: 21°45’00”
Longitude: 43°20’00”
8 - Eumano Silva.
9 - HIPARC Geotecnologia.
Av. Nilo Peçanha, 50 - sala 2411 Rio de Janeiro (Rio de Janeiro) 20020-906 - BrasilTel: (21) 2215-1774 / 3974-3639hiparc@hiparc.com.br
10 - A pesca do robalo é bastante influenciada pelo comportamento das marés, as melhores luas são a minguante e a crescente. O robalo torna-se extremamente ativo quando a maré está correndo (principalmente no início da vazante). A maré ideal é aquela que corre quase o dia inteiro,bem devagar.Algumas considerações: o robalo é um predador astuto, e como tal, preferencialmente caça quando as condições lhe favorecem. Quando a maré está parada ele dificilmente sairá da estrutura para caçar, quando a maré está correndo (aumento do número de presas fácil) ele se torna mais ativo.Marés com grandes variações -> água correndo muito rápido -> água suja(levanta muita sujeira) -> dificuldade para trabalhar a isca perto da estrutura -> o peixe entra "dentro" do mangue ficando fora do alcance do pescador.Marés com baixas variações - > o peixe fica inativo.EstruturasOs tipos de estruturas que o robalo costuma freqüentar são as galhadas, pedras e troncos submersos, lajes, pilares de pontes, curvas (bicos) dos canais em geral.
Especialista em pesca de robalos em Vitória e Eduardo Metzger.
11 – Carlos Barbosa Gonçalves, foi um médico e político brasileiro, governador do Rio Grande do Sul durante a República Velha, senador, deputado e Secretário de Estado.
12 – Oscar Niemeyer está com 99 anos. Vai completar 100 este ano.
13 - Não achei
14 – O Estado Norte-Americano de Indiana é maior com 94.321 Km2. Já Portugal possui 92.391 Km2.
15 – Mais de 6,5 bilhões de pessoas.
16 – Não achei
17 – Ararinha Azul. Sua foto pode ser encontrada no site www.saudeanimal.com.br
18 – O Museu Nacional do Rio de Janeiro localiza-se na Quinta da Boa Vista, São Cristóvão - Rio de Janeiro/ RJ - BRASIL - CEP 20940-040 - Telefone: (21)
2568-8262. Site: www.museunacional.ufrj.br
19 – Um elefante pode pesar até 6 toneladas.
20 – Vale cerca de 11 pesos.
21 – Google Mapas.
22 – Se sempre, em verso humilde, celebrado.
23 – As estradas federais que cortam Minas Gerais poderão ter mais R$ 100 milhões em 2007 para obras de recuperação, restauração e adequação.
24 – No site http://pt.wikipedia.org/wiki/CaboVerde
25 - Não achei
26 – Não achei
27 – Nos últimos 12 meses (setembro/2005 a agosto/2006), a TAM transportou um total de 896.474 passageiros.
28 – 5 de agosto de 1966.
29 – Jorge Luis Borges nasceu no dia 24 de agosto de 1899.
30 - Charles de Gaulle, na década de 60.
31 – Deputado João Campos.
32 – Sistema Monarca
Área total de 26 Km2 191°
Tuvalu é um Estado da Polinésia formado por um grupo de 9 atóis, antigamente chamado Ilhas Ellice. Tem fronteiras marítimas com o Kiribati, a norte e a nordeste, com o território neo-zelandês de Tokelau, a leste, com Samoa, a sudeste, com o território francês de Wallis e Futuna a sul e com Fiji, também a sul. A oeste o vizinho mais próximo é as Ilhas Salomão, mas a distância entre os dois grupos de ilhas é bastante grande (cerca de 900 km).Oficialmente Funafuti é a capital, mas este atol é formado por mais de 30 ilhas, das quais a maior é Fongafale; nesta ilha há quatro povoações, entre as quais Vaiaku é onde se encontra o governo; por essa razão, por vezes, a capital de Tuvalu é chamada Fongafale ou Vaiaku.Tuvalu não tem divisões administrativas.O nome Tuvalu significa "grupo de oito", na Língua tuvaluana, referindo se as ilhas que tradicionalmente eram habitadas.
Moeda: Dólar de Tuvalu e Dólar Australiano.
33 – Alexandre José Barbosa Lima Sobrinho, advogado, jornalista, ensaísta, historiador, professor e político brasileiro. Colaborou na imprensa pernambucana, no Diário de Pernambuco, no Jornal Pequeno e, principalmente, no Jornal do Recife, na Revista Americana, Revista de Direito, Jornal do Comércio, do Rio de Janeiro, no Correio de Povo, de Porto Alegre, e na Gazeta, de São Paulo.
34 – www.netsaber.com.br/biografias/ver_biografia_c_2614.html Mário Filho Jornalista e irmão de Nelson Rodrigues
35 – A inclusão de artigos sobre o uso de câmeras e gravadores escondidos em reportagens, manipulação de imagens digitais e artigos reiterando a função de assessoria de imprensa como uma atividade jornalística.
36 - Estádios da Copa de 2010 na África do Sul construídos:Free State Stadium em Bloemfontein - Capacidade para 40.000 torcedoresFNB Stadium em Johannesburgo - 94.700 lugares Ellis Park Stadium em Johannesburgo - 60.000 lugares Peter Mokaba Stadium em Polokwane - 40.000 lugaresLoftus Versfeld Stadium em Pretória - 52.000 lugaresRoyal Bafokeng Stadium em Rustenburg - 40.000 lugares
37 – Moacir Borges de Mattos -1961/67.
38 – Portal do Astrônomo - portaldoastronomo.org/noticia
39 – Pesa 956 Kg.
40- ma aAs We May Think
As Director of the Office of Scientific Research and Development, Dr. Vannevar Bush has coordinated the activities of some six thousand leading American scientists in the application of science to warfare. In this significant article he holds up an incentive for scientists when the fighting has ceased. He urges that men of science should then turn to the massive task of making more accessible our bewildering store of knowledge. For years inventions have extended man’s physical powers rather than the powers of his mind. Trip hammers that multiply the fists, microscopes that sharpen the eye, and engines of destruction and detection are new results, but not the end results, of modern science. Now, says Dr. Bush, instruments are at hand which, if properly developed, will give man access to and command over the inherited knowledge of the ages. The perfection of these pacific instruments should be the first objective of our scientists as they emerge from their war work. Like Emerson’s famous address of 1837 on “The American Scholar,” this paper by Dr. Bush calls for a new relationship between thinking man and the sum of our knowledge. —THE EDITORThis has not been a scientist’s war; it has been a war in which all have had a part. The scientists, burying their old professional competition in the demand of a common cause, have shared greatly and learned much. It has been exhilarating to work in effective partnership. Now, for many, this appears to be approaching an end. What are the scientists to do next? For the biologists, and particularly for the medical scientists, there can be little indecision, for their war has hardly required them to leave the old paths. Many indeed have been able to carry on their war research in their familiar peacetime laboratories. Their objectives remain much the same.It is the physicists who have been thrown most violently off stride, who have left academic pursuits for the making of strange destructive gadgets, who have had to devise new methods for their unanticipated assignments. They have done their part on the devices that made it possible to turn back the enemy, have worked in combined effort with the physicists of our allies. They have felt within themselves the stir of achievement. They have been part of a great team. Now, as peace approaches, one asks where they will find objectives worthy of their best.
Tradução
Como Director do Instituto de Investigação Científica e Desenvolvimento, Dr. Editar Bush tem coordenado as atividades de cerca de seis mil cientistas americanos líder na aplicação da ciência à guerra. Nesse artigo, ele mantém significativa até um incentivo para os cientistas, quando os combates tenham cessado. Ele insiste que os homens de ciência deve, em seguida, vire à enorme tarefa de tornar mais acessível a nossa perplexidade loja do conhecimento. Há anos que liberaram invenções do homem físico poderes, em vez de os poderes de sua mente.
Trip martelos que multiplicar os punhos, microscópios que nitidez o olho, e mecanismos de detecção e destruição são novos resultados, mas não os resultados finais, da ciência moderna. Agora, diz o Dr. Bush, os instrumentos estão à mão, que, se devidamente desenvolvidos, dará acesso ao homem e comando sobre o conhecimento herdado dos tempos. A perfeição pacífico destes instrumentos deverá ser o primeiro objectivo dos nossos cientistas em que emergem de seus trabalhos guerra. Emerson’s Like famoso endereço de 1837 sobre “The American Scholar”, este papel pelo Dr. Bush apela para uma nova relação entre homem e pensar a soma dos nossos conhecimentos. - O EDITOR Este não foi um cientista da guerra; Foi uma guerra em que todos tiveram uma parte. Os cientistas, enterrar seus antigos profissionais concorrência na procura de uma causa comum, têm partilhado muito e aprendi muito. Foi divertido para trabalhar em parceria eficaz. Agora, para muitos, este parece ser um fim aproximando. Quais são os cientistas que fazer a seguir? Para os biólogos, em especial para os médicos e cientistas, pode haver pouca indecisão, por sua guerra tem praticamente obrigados a deixar - lhes os caminhos antigos. Muitos realmente foram capazes de exercer a sua guerra investigação nos respectivos familiares paz laboratórios. Os seus objectivos permanecem praticamente a mesma. Trata - se da físicos que foram jogados fora stride mais violenta, que abandonaram actividades académicas para a tomada de estranhos aparelhos destrutivo, que tiveram de inventar novos métodos de suas atribuições inesperados. Eles fizeram sua parte sobre os dispositivos que tornou possível retroceder o inimigo, ter trabalhado no esforço combinado com o Físicos dos nossos aliados. Eles sentiram - se dentro de si a agitação da conquista. Eles foram parte de uma grande equipe. Agora, como a paz abordagens, uma pergunta que eles vão encontrar objectivos digna de seus melhores.
tividade jornalística. s em reportagens, manipulação de imagens digitais e artigos reiterando a função de assessoria de imprensa como uma atividade jornalística. obre o uso de câmeras e gravadores escondidos em reportagens, manipulação de imagens digitais e artigos reiterando a função de assessoria de imprensa como uma atividade.
quarta-feira, 24 de outubro de 2007
quinta-feira, 11 de outubro de 2007
Trabalho apresentado no 3º Periodo sobre Semiótica

Analisamos semioticamente - de acordo com a teoria de Pierce (no livro Semiótica Aplicada de Lucia Santanella) – uma cena do filme Matrix:
“Neo está adormecido em frente ao seu PC e é despertado por alguém que na tela do computador escreve: ...acorda Neo! Siga o coelho branco... . (*) e, inesperadamente alguém, no instante seguinte, bate à sua porta. É um cliente de seus programas piratas – que são escondidos em um falso livro(Simulacros e Simulações, de Jean Baudrillard) – e sua namorada que possui em sua espádua direita a tatuagem de um coelho branco!!” (**) Eles o convidam para uma festa e Neo só aceita após ver a Tatuagem.(***)
(*) A frase no computador de Neo ( ...acorda Neo! Siga o coelho branco... ) tem a possibilidade de se tornar um signo, ou seja, para Pierce na categoria universal ela esta na “Primeiridade”.
(**)Quando Neo vê a tatuagem do coelho, ele materializa aquilo que num primeiro instante era vago (passa a virar signo de alguma coisa) o que se chama “Secundidade” para Pierce.
(***) Ao interpretar que seguir a mulher seria importante para descobrir algo, Neo chega – para Pierce – na terceiridade ( onde o representamen cria na mente do receptor (Neo) um outro signo mais desenvolvido chamado de interpretante), completando a seomiose.
1º OBS: A todo momento o processo sígnico está se realizando no modelo triádico.
2º OBS: O trecho do filme Matrix foi tirado do artigo de Adriana Ítalo – Doutora em Filosofia (PUC-RJ). Professora de Arte e Filosofia (PUC-RJ). Psicanalista (Nova Mente RJ) – do livro Lumina – Juiz de Fora – Facom/UFJF – v.5, n.2, p. 1-28 jl./dez.2002.
3º OBS: A frase (Siga o coelho branco...) no filme Matrix faz uma analogia ao filme Alice no País das Maravilhas, onde a personagem Alice deve seguir o coelho para encontrar o cominho mais prazeroso, que saciasse sua curiosidade.
“Neo está adormecido em frente ao seu PC e é despertado por alguém que na tela do computador escreve: ...acorda Neo! Siga o coelho branco... . (*) e, inesperadamente alguém, no instante seguinte, bate à sua porta. É um cliente de seus programas piratas – que são escondidos em um falso livro(Simulacros e Simulações, de Jean Baudrillard) – e sua namorada que possui em sua espádua direita a tatuagem de um coelho branco!!” (**) Eles o convidam para uma festa e Neo só aceita após ver a Tatuagem.(***)
(*) A frase no computador de Neo ( ...acorda Neo! Siga o coelho branco... ) tem a possibilidade de se tornar um signo, ou seja, para Pierce na categoria universal ela esta na “Primeiridade”.
(**)Quando Neo vê a tatuagem do coelho, ele materializa aquilo que num primeiro instante era vago (passa a virar signo de alguma coisa) o que se chama “Secundidade” para Pierce.
(***) Ao interpretar que seguir a mulher seria importante para descobrir algo, Neo chega – para Pierce – na terceiridade ( onde o representamen cria na mente do receptor (Neo) um outro signo mais desenvolvido chamado de interpretante), completando a seomiose.
1º OBS: A todo momento o processo sígnico está se realizando no modelo triádico.
2º OBS: O trecho do filme Matrix foi tirado do artigo de Adriana Ítalo – Doutora em Filosofia (PUC-RJ). Professora de Arte e Filosofia (PUC-RJ). Psicanalista (Nova Mente RJ) – do livro Lumina – Juiz de Fora – Facom/UFJF – v.5, n.2, p. 1-28 jl./dez.2002.
3º OBS: A frase (Siga o coelho branco...) no filme Matrix faz uma analogia ao filme Alice no País das Maravilhas, onde a personagem Alice deve seguir o coelho para encontrar o cominho mais prazeroso, que saciasse sua curiosidade.
quarta-feira, 10 de outubro de 2007
Super Vasco Site (sítio como tem que ser usado no Brasil)
SUPERVASCO.COM - Notícias sobre o Vasco da Gama
Site não oficial do Club de Regatas Vasco da Gama.
Traz notícias atualizadas do Time de São Januário retirados da mídia em Geral.
Informações de Identificação www.supervasco.com
e-mail do sítio faleconosco@supervasco.com.br
consistência e confiabilidade das informações:
A cobertura é feita de forma precisa.
Todo vascaíno deve visitar sempre, pois as noticias são sempre atuais e tirados dos principais veículos esportivos com: Lance; Globoesporte.com;
Contem sitio também: fotos, vídeos, colunas e publicidade.
Coerência e Facilidade do uso:
O sítio é coerente com aquilo que se espera, por se tratar de um sítio independente, faz criticas a atual diretoria do clube. Os textos de seus colunistas são inteligentes e criativos.
É um sítio de fácil navegação. Tem local de pesquisa, dawnload; mapa e acesso à notícias antigas.
Lay-out da fonte:
Fontes em movimentos; coloridas; sempre mostrando jogadores que fizeram sucesso no Vasco e de pessoas que mandam fotos para serem publicadas.
Restrição:
O sitio é um pouco “carregado de coisa”, como “primeira impressão” ele parece confuso. Porém é fácil seu acesso.
Não possui recurso para ser lido em outra língua.
Site não oficial do Club de Regatas Vasco da Gama.
Traz notícias atualizadas do Time de São Januário retirados da mídia em Geral.
Informações de Identificação www.supervasco.com
e-mail do sítio faleconosco@supervasco.com.br
consistência e confiabilidade das informações:
A cobertura é feita de forma precisa.
Todo vascaíno deve visitar sempre, pois as noticias são sempre atuais e tirados dos principais veículos esportivos com: Lance; Globoesporte.com;
Contem sitio também: fotos, vídeos, colunas e publicidade.
Coerência e Facilidade do uso:
O sítio é coerente com aquilo que se espera, por se tratar de um sítio independente, faz criticas a atual diretoria do clube. Os textos de seus colunistas são inteligentes e criativos.
É um sítio de fácil navegação. Tem local de pesquisa, dawnload; mapa e acesso à notícias antigas.
Lay-out da fonte:
Fontes em movimentos; coloridas; sempre mostrando jogadores que fizeram sucesso no Vasco e de pessoas que mandam fotos para serem publicadas.
Restrição:
O sitio é um pouco “carregado de coisa”, como “primeira impressão” ele parece confuso. Porém é fácil seu acesso.
Não possui recurso para ser lido em outra língua.
quarta-feira, 3 de outubro de 2007
Materia do jornal Laboratório
S.O.S!
Mata Atlântica por um Fio.
Além da Mata do Krambeck, reservas estão ameaçadas.
Na terceira audiência pública da Câmara Municipal sobre a construção de um condomínio fechado na Mata do Krambeck, a Universidade federal de Juiz de Fora(UFJF), apresentou um projeto para transformar a área ambiental em um jardim botânico. Com isso, a mata, que é de propriedade particular, pode vir a ser preservada através dessa iniciativa.
Porém, ainda é pouco para salvar o resquício de mata atlântica que ainda circunda o espaço urbano na cidade. Segundo o presidente da Associação pelo Meio Ambiente de Juiz de Fora – AMAJF – Theodoro Guerra, “o caso da mata do Krambeck pode ter um final feliz, mas outras regiões de áreas ambientais estão em situações precárias. E na maioria das vezes por causa da especulação imobiliária”, afirma Guerra. Ele cita um exemplo de duas regiões onde o setor imobiliário é o grande responsável pela destruição de reservas ambientais: “no Morro do Imperador não dá para delimitar onde é espaço urbano e reserva florestal por causa da construção de condomínios. No futuro, temo que isso venha acontecer também com o Parque da Lajinha”, afirma Guerra.
As reservas de Santa Cândida e Poço Dantas – consideradas reservas biológicas – estão sendo alvos de diversas queimadas e loteamentos indevidos. Para Guerra, “isso é mais um problema do poder público”. Outras regiões afetadas na cidade são, as Represas dos Ingleses e João Penido, por causa do descaso e a falta de cuidado; a mata do Salvaterra, área de proteção ambiental, que está muito próxima do aterro sanitário e a mata do Cruzeiro do Sul, que ainda é a mais preservada dentre as citadas.
Segundo o chefe de divisão da Câmara Municipal, Wilian Dias, “nos últimos 10 anos aumentou a emissão de gás carbônico na cidade por causa do desmatamento. Com isso, acontece um efeito dominó; cresce o número de doenças respiratórias, aumenta as filas nos postos de saúde, sem contar com as diversas enchentes, já que Juiz de Fora é uma região montanhosa e as matas não conseguem mais reter as águas das chuvas que descem para as partes mais baixas, provocando inundações”, explica Dias. Para o jornalista e especialista em turismo Miguel Gomide, “deve-se fazer com as outras regiões florestais, o mesmo que estão querendo fazer com a Mata do Krambeck: transformá-las em jardins botânicos; assim, além de preservá-las, transformá-las em áreas de visitação”. Mas, Theodoro Guerra enfatiza: “o poder público deve ter maior vigilância com suas matas em torno da cidade; já regiões particulares, como a do Krambeck, deve-se criar uma lei com incentivo fiscal para que os que detêm essas terras, sejam beneficiados. Só assim, pode haver uma conscientização”.
Mata Atlântica por um Fio.
Além da Mata do Krambeck, reservas estão ameaçadas.
Na terceira audiência pública da Câmara Municipal sobre a construção de um condomínio fechado na Mata do Krambeck, a Universidade federal de Juiz de Fora(UFJF), apresentou um projeto para transformar a área ambiental em um jardim botânico. Com isso, a mata, que é de propriedade particular, pode vir a ser preservada através dessa iniciativa.
Porém, ainda é pouco para salvar o resquício de mata atlântica que ainda circunda o espaço urbano na cidade. Segundo o presidente da Associação pelo Meio Ambiente de Juiz de Fora – AMAJF – Theodoro Guerra, “o caso da mata do Krambeck pode ter um final feliz, mas outras regiões de áreas ambientais estão em situações precárias. E na maioria das vezes por causa da especulação imobiliária”, afirma Guerra. Ele cita um exemplo de duas regiões onde o setor imobiliário é o grande responsável pela destruição de reservas ambientais: “no Morro do Imperador não dá para delimitar onde é espaço urbano e reserva florestal por causa da construção de condomínios. No futuro, temo que isso venha acontecer também com o Parque da Lajinha”, afirma Guerra.
As reservas de Santa Cândida e Poço Dantas – consideradas reservas biológicas – estão sendo alvos de diversas queimadas e loteamentos indevidos. Para Guerra, “isso é mais um problema do poder público”. Outras regiões afetadas na cidade são, as Represas dos Ingleses e João Penido, por causa do descaso e a falta de cuidado; a mata do Salvaterra, área de proteção ambiental, que está muito próxima do aterro sanitário e a mata do Cruzeiro do Sul, que ainda é a mais preservada dentre as citadas.
Segundo o chefe de divisão da Câmara Municipal, Wilian Dias, “nos últimos 10 anos aumentou a emissão de gás carbônico na cidade por causa do desmatamento. Com isso, acontece um efeito dominó; cresce o número de doenças respiratórias, aumenta as filas nos postos de saúde, sem contar com as diversas enchentes, já que Juiz de Fora é uma região montanhosa e as matas não conseguem mais reter as águas das chuvas que descem para as partes mais baixas, provocando inundações”, explica Dias. Para o jornalista e especialista em turismo Miguel Gomide, “deve-se fazer com as outras regiões florestais, o mesmo que estão querendo fazer com a Mata do Krambeck: transformá-las em jardins botânicos; assim, além de preservá-las, transformá-las em áreas de visitação”. Mas, Theodoro Guerra enfatiza: “o poder público deve ter maior vigilância com suas matas em torno da cidade; já regiões particulares, como a do Krambeck, deve-se criar uma lei com incentivo fiscal para que os que detêm essas terras, sejam beneficiados. Só assim, pode haver uma conscientização”.
Assinar:
Comentários (Atom)
